Eu Faço Trilha

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Trilha Pedra da Mina – MG/SP

A Pedra da Mina, ou ocasionalmente o pico da Pedra da Mina, é oficialmente a quarta montanha mais alta do Brasil, com 2798 metros de altitude.

Localiza-se na Fazenda Serra Fina, uma seção da serra da Mantiqueira, por sua vez uma das cadeias de montanhas mais importantes do país. A Pedra da Mina situa-se na divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente ao seu norte e sul, e seu cume forma o ponto tríplice das divisas do município mineiro de Passa Quatro e dos paulistas de Lavrinhas e Queluz.

Na Fazenda Serra Fina existe estacionamento no local.

Informações Técnicas:

Nível: Pesada
Distancia: 17 Km Ida/Volta
Tempo da Trilha: 8 hs media subida / descida 6hr media

Requisitos para esta trilha:

Levar o mínimo de peso possível.
Usar bastão de caminhada.
Abastecer (no mínimo) 3 litros de agua.
A trilha exige bastante do condicionamento físico.
Não levar barraca alta devido ao vento forte.
Usar protetor solar e blusa durante o dia.
Um bom saco de dormir e isolante térmico.
Remédios para enjoo, dor de cabeça e sempre lembre de levar o kit de primeiros socorros.
Levar Clorin/Hidrosterin para purificação da agua, para saber mais sobre Hidrosterin clique aqui.

Sobre a Trilha:

Existem 4 entradas para esta trilha sendo: Paiolino, Toca do Lobo, Pierre, Rio Claro (Entrada proibida, área particular).

A partida da trilha será na Fazenda Serra Fina com inicio da subida pelo Paiolino, com uma caminhada de cerca de 1 KM onde iremos encontrar uma cachoeira de pequeno porte e assim reabastecendo com agua para o próximos pontos.

Nos próximos 2 km também teremos alguns pontos de reabastecimento de agua. Neste trecho a trilha se torna mais pesada sendo que para uma pessoa mais experiente pode ser considerada leve. Necessário o uso de bota porque o chão é argiloso .

Chegaremos na Panela vermelha (É uma marcação que hoje já não existe mais) existe uma bifurcação a direita onde iremos andar mais 1 KM onde chegaremos ao “Acampamento Base” à 2000 metros de altitude. Ótimo lugar para acampamento com espaço para mais ou menos para 7 barracas, sendo o último ponto de água na trilha que se encontra aproximadamente a 50 metros a esquerda, podendo escutar o barulho da agua.

Abastecemos as garrafas de água e partimos para o pior trecho da trilha, a famigerada subida do “Deus me Livre” e “Misericórdia”.

Continuamos nossa caminhada, seguindo a subida do “Deus me Livre” uma subida pesada, não há necessidade de corda mas há riscos de escorregar por ter muitas pedras, areia e paredões de pedra com aproximadamente 7m.

Chegando no topo do “Deus me Livre” teremos uma área de camping que cabe em torno de 2 barracas, um ótimo lugar para descansar.

Na próxima etapa teremos 2 morros pequenos. Desceremos um vale onde há uma área encharcada, passando por um bambuzal onde é uma área de camping para 10 barracas onde inicia a entrada para o morro da “Misericórdia” onde encontraremos um paredão mais pesado e mais curto que a “Deus me Livre”, sendo um paredão mais íngreme.

Quando você achar que chegou, verá que ainda temos mais uma caminhada. Seguindo a trilha pelos totens chegara ao ultimo acampamento base da Mina e é desse ponto que conseguimos avistar a Pedra da Mina.

Seguimos escalaminhando (Subida por Rochas) e acompanhando os totens grandes até o topo. No final recebemos a recompensa de ver o magnifico visual do topo da Pedra da Mina, a 4ª montanha mais alta do Brasil!

Teremos a vista para algumas montanhas como “Três Estados”,  “Parque Itatiaia” estão a direita de quem sobe e “Capim Amarelo” esta a esquerda.

Não há muita área para barraca com fixação e sim barracas autoportante que se monta sozinha, existem 2 áreas para camping sendo a primeira pra aproximadamente 10 barracas do lado esquerdo e seguindo ao livro do cume a algumas barricadas que podem ter 1 barraca por área e no outro lado tem outra área que cabe aproximadamente 7 barracas.

A temperatura despenca assim que o sol se põe.
Por volta das 18:30/19:30 as barracas já estavam cobertas de gelo e marcava 0°c, durante a madrugada a temperatura chegou a -9° c, estas informações podem variar conforme a época do ano.

Riscos da Trilha:

Trilha não indicada para ser feita em época de chuva, devido ao risco de acidentes e a alta incidência de raios.

Na descida exigira um pouco mais de força nos joelhos.

Dicas para a Trilha:

Considerações sobre a trilha, necessário o uso dos bastões para ajudar na subida e na descida, remédios para dor de cabeça e enjoo quando chega no cume estas dores aumentam muito mesmo para pessoas mais experientes.

Para quem esta iniciando o ideal é subir com 3 litros de agua pelo fato da subida ser pesada e não matar a cede e sim hidratar a garganta porque teremos pontos sem aguas, sendo assim a economia de agua é necessária para se manter no cume e para a descida até o próximo ponto de agua.

Mapeamento da Trilha:

Screen Shot 2017-08-24 at 5.32.06 PM.png

Clique aqui (mapa 1) / Clique aqui (mapa 2) Clique aqui (mapa3) para abrir o link do Wikiloc.

Clique aqui para ver mais fotos.

Colaboradores: Felipe Daniel De OliveiraDiêgo Silva Santos
Fonte: Mochileiros.comOs Mochileiros na Trilha


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Trilha Laguna Esmeralda – Ushuaia

A trilha de acesso para a Laguna Esmeralda está localizada na Ruta Nacional 3, a 17km do centro de Ushuaia. Existem duas entradas. Uma começa no Valle de Lobos, um centro esportivo de inverno, onde podem cobrar uma taxa de entrada. A outra trilha começa poucos metros antes, onde existe uma área de estacionamento e a entrada é gratuita.

A trilha é fácil e bem sinalizada, porém grande parte da caminhada ocorre em terreno alagado. O trecho inicial é feito por um bosque fechado e depois somos apresentados ao turbal, terreno repleto de turba(turfa em português). A turba é uma vegetação esponjosa que acumula muita água e dificulta a caminhada. Para quem não for com calçado impermeável, é preciso ir com cuidado, pois é muito fácil afundar o pé na vegetação.
A laguna nesta época do ano está congelada, mas se chama esmeralda porque no verão é verde da cor da pedra esmeralda, conforme foto abaixo:

lago_esmeralda_ushuaia_verao.jpg

O trekking é de 5 km para ir e 5 km para voltar, para realizar a caminhada é necessário guia, pois é feito uma travessia dentro da floresta que deve ser guiado senão há risco de se perder.

A temperatura no local varia de acordo com os ventos mais em média 10 graus negativo, o ideal é um bom par de grampones para se locomover na neve, botas e roupas impermeáveis, confortáveis e quentes e utilizar sempre blusas e calças segunda pele por baixo por que são eles que seguram a temperatura do corpo.
Custo desta trilha a nossa colaboradora explicou a nós que ela fez uma viagem com quantia baixa de dinheiro sendo hospedagem, comida, roupa e transporte são um custo elevado mesmo assim ela conseguiu se divertir mas alertou ir com um pouco mais de dinheiro para se divertir mais.

Informações Técnicas:

Nivel: Fácil
Distancia: 5km
Tempo da Trilha: 1:30hs

Localização desta trilha:

Screen Shot 2017-08-02 at 1.55.41 PM.png

Clique aqui para abrir o mapa
Fotos do lugar e da nossa colaboradora:

Galera quem tiver mais informações desta trilha posta nos comentários que iremos adicionando no catalogo de trilhas, bora pra trilha com mais informações !
Colaborador EFT: Eliza Nunes La Paz
Fonte: CasalMochilao


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Trilha do Morro do Voturuna – SP

A caminhada começa no trevo da SP 312 – Estrada dos Romeiros com a Estrada Rosemari Hidalgo dos Santos ou a facilidade de acesso e ausência de trânsito tanto na Castelo Branco (SP-280).

Atravesse o bairro sentido o morro e você encontrara uma estrada que leva a uma mineradora que segundo os moradores locais está desativada.

Relato do nosso colaborador Oliveira de como seguir nesta trilha se basear na descrição abaixo olhando o mapa do Wikiloc.

Local onde marquei “Inicio da estrada de terra” (Bandeira 1) recomendo pegar a estrada paralela que fica a uns 50 metros dessa, assim evita-se de passar no quintal de uma casa.

Siga pela estrada “principal” ate encontrar duas estradas menores a esquerda, siga pela estrada que faz uma curva suave a direita (Estrada das Lauras)
Siga ate encontrar um portão de ferro da pedreira, passe pelo portãoSiga para a esquerda ainda pela estrada ate o fim dessa estrada (Perto de duas caixas d’água grande de cor azul / Bandeira 6 )

A trilha começa ao lado de uma cerca (sentido oeste)
Bom a trilha tem partes bem marcadas e outras tive que varar por meio a uma vegetação tipica de serrado.
Quando alcançar uma pequena água (Charco / Bandeira 10) poderá acompanha-la (para baixo) que encontrara algumas cachoeiras

Ao voltar das cachoeiras fiz um caminho diferente e tive que andar uma parte pelo mato ate voltar a trilha principal (Bandeira 14), dai por diante a trilha é bem marcada.

Siga sempre para oeste e passara pelo cume e posterior sairá em uma estrada municipal, siga a direita e chegara ao centro da cidade de Pirapora.
Cuidados: Bastante subida e muitas pedras soltas (Risco de cair, torcer o tornozelo e risco de encontrar cobras)
Nivel da Trilha: Média
Temperatura: Normal
Tempo de Trilha: 9h
Algumas referencias de mapas desta trilha:
Screen Shot 2017-07-21 at 7.34.59 PM.png
Clique aqui para abrir o mapa.
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Colaborador EFT: Felipe Daniel De Oliveira


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Sensação do ano para o mundo Off Road, Fenajeep !

Hoje vamos descrever um relato de um dos parceiros do nosso blog na famosa Fenajeep !

Bora ver !

Fazer parte do maior evento nacional de offroad FENAJEEP é indescritível, a sensação de participar de uma história que começou em 1983 com o Brusque Jeep Clube vai ficar registrado no coração e na memória dos 50 mil participantes.

Caminhando pela calçada em direção a FENAJEEP todos os seus sentidos aguçam, um evento democrático e sem distinção de sexo, credo, raça e idade, ver famílias seguindo em direção ao evento, a cidade inundada dos mais diversos tipos de veículos 4×4, o coração já palpita ao avistar a bandeira do Brasil na arena, balançando ao vento com o som de um bom do rock que ecoa por todo quarteirão, pessoas e grupos de várias tribos caracterizados… ahhhhh! Não tem sensação melhor.

O evento foi idealizado por Vilmar Walendowsky que tinha por objetivo de reunir apaixonados por 4×4, promovendo competições, exposições de veículos, peças e acessórios, mas além de tudo isso, agregar aficcionados pelo mundo offroad de todos os estados.

Os stands apresentam seus produtos, sejam vestuários, ornamentos de decoração, barracas de camping, peças e acessórios para incrementar seu 4×4, além de novos protótipos e máquinas personalizadas.

O que vi de interessante foram um Troller azul totalmente equipado e preparado pela empresa Q7 Offroad e um STARK que é um 4×4 totalmente brasileiro, a diesel permite rodas até 35 e é o único autorizado a rodar com essas medidas.

Aqui nós tambem fazemos Jaba !!! Rs …

Não podemos deixar de prestigiar as competições, muito bem organizado e com muitas emoções e desafios, segue um breve relato dos nossos amigos Adriana e Sérgio, que participaram pela primeira vez do Rally:

“A prova de rally da Fenajeep foi pura adrenalina ! Dividida em duas etapas, teve de tudo que a gente gosta:

– Estradinhas de terra com piso ruim, curvas e pedras no caminho, balaios e muita lama ! A habilidade do piloto e do navegador foi testada a todo instante.

Na primeira etapa teve estradão e estradinhas, com muita mudança de média, exigindo concentração do piloto. No final, a parte mais divertida: entramos em uma pista de motocross que deixou os navegadores em polvorosa – ali foi o chamado “neutrão” de meia hora e ficamos em uma parte alta de onde pudemos observar os demais competidores no balaio.

A segunda parte foi a mais difícil e exigiu bastante dos competidores. Entramos em uma área de reflorestamento com muita lama e piso escorregadio. Os competidores passaram várias vezes no mesmo local, de forma intercalada e com sincronia perfeita, demonstrando a excelente técnica do Diretor de prova Rafain Walendowsky. Nosso pneu não ajudou muito e, numa curva muito lisa, acabamos batendo o parachoque numa árvore. Passamos pela curva de novo e eu “cantei” para o piloto: ”árvore no escape!” e ele respondeu: “já conheço ela …..”
Saindo do reflorestamento, mais um teste de fogo para os navegadores: um terreno sem muitas referências a não ser a marcação do piso. Erramos uma entrada entre tulipas muito próximas, com diferença de apenas 10 metros, mas conseguimos retomar o caminho e finalizamos a prova, apesar do atraso de 3 minutos.
Ao final, conseguimos ficar entre os 10 melhores, o que nos deixou muito contentes por estarmos competindo com pilotos mais experientes e numa categoria acima da nossa.

Equipe : Need For Speed Rally Team
Sergio Maurano – piloto
Adriana Maurano – navegadora”

Parabéns as equipes e pilotos que competiram nos campeonatos das modalidades (Jeep Indoor, Gaiola Cross, Força Livre, Master, Stock)

É isto ai pessoal esta foi a Fenajeep deste ano e se preparem que de 30 de maio a 3 de junho 2018 vamos desfrutar novamente desta experiência formidável.

Como sempre agradeço os colaboradores do “Eu Faço Trilha” que estão neste Brasil a fora ! Se voce quer expor algo sobre trilhas mande sua matéria ou sua trilha nós pesquisamos e publicamos aqui …

Quer ver mais fotos clique aqui !

Colaboradores EFT: Paula, Alessandra / Trilha SP 4×4
Fonte: Fenajeep

 


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Descida da Estrada Velha de Santos – SP

Há aproximadamente um ano, a Estrada Velha de Santos (SP) – trecho de nove quilômetros que liga o planalto ao litoral – foi reaberta à visitação. Situada no Parque Estadual da Serra do Mar, acessível pelas cidades de São Bernardo do Campo e Cubatão, a Estrada Caminhos do Mar foi, na década de 1920, a primeira rodovia pavimentada com concreto na América Latina (marcando o início da era do automóvel em São Paulo).

Fechada para veículos em 1985, tornou-se destino turístico para passeios a pé cerca de vinte anos depois (esteve em manutenção entre 2011 e fim de 2013 por conta de deslizamentos de terra). O percurso é marcado por monumentos históricos, fauna e flora local, belezas naturais e mirantes com vistas exuberantes da baixada santista e também da Usina Hidrelétrica de Henry Borden.

Essa caminhada faz parte das 40 trilhas do Passaporte Trilhas de São Paulo.

Atrativos a serem visitados:

* Casa de visitantes do Alto da Serra
* Pouso Paranapiacaba
* Ruínas do Pouso
* Belvedere Circular
* Calçada do Lorena
* Rancho da Maioridade
* Padrão do Lorena
* Pontilhão da Serra
* Cachoeiras da Estrada Velha de Santos

Passeio virtual

Agora, a Estrada Velha de Santos também pode ser visitada virtualmente pelo Google StreetView. Em apenas um dia o Google coletou imagens feitas por carros equipados com avançada tecnologia de captura, possibilitando um tour de 360º pela primeira rodovia pavimentada do Brasil.

Clique aqui para para o Passeio !

Colaborador EFT: Paulo Sergio de Mendonça
Fonte: Parque Estadual Serra do Mar

 


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Jipe na Trilha (Maio/2017) – Jipeiros da Serra – SP

No último sábado (27) aconteceu mais encontro do Jipe na Trilha. Realizado pela equipe Jipeiros da Serra, o passeio reuniu mais de 100 jipeiros que vieram prestigiar o evento, que conta com apoio da Prefeitura de Itapecerica da Serra.

A largada dos trilheiros rumo às trilhas da região foi marcada pela alegria e emoção.

1 – Trilha do Popa (Nvl: Pesada)
2 – Trilha da Carvernosa (Nvl: Moderada)
3 – Trilha do Marcilio (Nvl: Leve)
4 – Trilha da Aldeinha (Nvl: Moderada)
5 – Trilha do Ita (Nvl: Pesada)
Obs. Importante: Havendo necessidade de uso de guincho em todas as trilhas mencionadas.

Após percorrer estas trilhas chegamos no Mammoth BAR para o churrasco de linguiça e musica ao vivo e ainda tinha uma galera que iria até a Trilha do Ita no Desafio, evento bacana com suporte dos Jipeiros da Serra, adrenalina e muita lama vamos aguardar a proxima de 2018.

Mapa da Trilha disponibilizado no Wikiloc, clique aqui.


Fonte: Prefeitura de Itapecerica da Serra
Apoio nas informações deste evento Bruno Formagio (Jipeiros da Serra)