Eu Faço Trilha BLOG

#offroad #trekking #motocross #montainbike


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Trilha Serra da Canastra – Delfinópolis/MG

Vamos falar sobre a Serra da Canastra em Delfinópolis, no estado de Minas Gerais, chegar nesta pacata cidade já é uma aventura, chegamos pelo lado de Cássia/MG por uma balsa que faz a travessia a cada 30 minutos, já em Delfinópolis encontramos varias opções de trilha, cachoeira, hospedagem e desafios para todos os gostos.

Informações Técnicas:

Nível: Leve/Médio dependendo do tempo pode ter trecho com dificuldade.
Tempo da Trilha: 10 horas (Delfinópolis a São João Batista do Glória).

Mapa de Delfinópolis

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Mais informações sobre Delfinópolis clique aqui

Guia sobre as cachoeiras de Delfinópolis clique aqui, abaixo vamos descrever algumas e suas trilhas.

Requisitos para esta trilha:

Veiculo 4×4 para alguns lugares.
Mountain Bike para longas distancias.
Equipamentos para Trekking como mochila de hidratação, filtro solar.
Motos/UTV.

Sobre a Trilha:

O roteiro abaixo foi feito para veículos Off Road podendo ser feito em outras modalidades, caso você tenha outras sugestões envie para nós que acrescentamos nesta matéria.

Começamos com a Cachoeira do Zé Carlinhos (17 no mapa), assim, já na saída da cidade, passamos para almoçar no Restaurante do Reinaldo (42 no mapa) como é mais conhecido por aqui também fazemos Jaba ! rs, um local muito simples, mas com uma ótima comida mineira, feita na hora.

São 26km de belas paisagens, passando por 2 rios onde a lamina d’água normalmente é de 50cm, assim se seu veículo 4×4 não tem snorkel, passe lentamente para não correr riscos.

 

Chegando lá, você depara com essa maravilhosa cachoeira e essa praia de areia de rio, vale lembrar que o Sr. Zé Carlinhos cobra uma tarifa de aproximadamente R$15,00 por carro que chega ali para visitação.

 

Na cachoeira do Cachoeira do Zé Carlinhos perderemos o dia inteiro para aproveitar esta cachoeira com trilha leve o retorno será pelo mesmo caminho.

Amanhecendo, vamos seguir outro percurso, o almoço será lá no pé da Serra Branca, na famosa Pousada da Wanda. Partimos de Delfinópolis, sentido Complexo do Claro (04) um local provido de alguns chalés e área de camping e várias cachoeiras, logo a frente nos deparamos com a Pousada Paraiso (05) outro ponto com várias cachoeiras – seria necessário um dia inteiro para visitar estes dois locais, alguns quilômetros depois um belo mirante proporciona visualizar uma vasta área da Serra da Canastra.

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Na sequencia teremos o chão se torna altamente arenoso e assim chegamos ao Condomínio de Pedras, uma bela formação rochosa no topo da serra. Passamos por variações de altitude com uma longa subida bastante íngreme, com pedras soltas, erosões e muita poeira caso não tenha chovido nos dias, tudo isso entre a Bateia e o Caminho do Céu.

Seguindo o mapa fica um pouco mais fácil o trajeto que tem pouquíssimas bifurcações. São 5 horas que gastamos até chegar na Pousada da Wanda. Ah, não esqueça de levar o adesivo do seu grupo, lá todas as paredes são adesivadas por trilheiros de todas as regiões. Continuamos a acelerar até São João Batista do Glória a cidade mais próxima deste ponto, mas antes não podemos deixar de dar uma rápida passada na Cachoeira do Quilombo (12 no mapa), um verdadeiro parque de diversões, com possibilidade de banho em cachoeira, banho no rio, sem falar da prainha de areia grossa que acompanha o curso do rio.
Temos mais uma travessia de rio para o seu veiculo 4×4, aqui a altura da lamina de agua costuma variar muito desde os normais 0,50m até a 1,0m nos dias de chuva, por isso se seu 4×4 não tem snorkel, vale a pena molhar as canelas, fazendo a travessia a pé para saber como esta o nível do rio.
Temos mais 1 hora e 30 minutos, passando pelo Vale dos Canteiros até chegar já no inicio da noite em São João Batista do Glória ou então mais 20 minutos até a cidade de Passos.

 

Risco da Trilha:

Variável de médio a pesada (ou seja, com as longas estiagens de chuva, pode tornar o piso com camadas de poeira de rocha que atingem os 15cm de espessura, já na época das chuvas, as águas lavam as erosões já existentes deixando a vista grandes valas), porém, a equipe SOU4x4 conseguiu fazer a travessia com Vitara e TR4 totalmente original, lógico contando com o auxilio de guias. Mas é uma trilha que não se deve fazer sozinho sempre é bom acompanhando, como dizem trilha nunca se faz SOZINHO !

Dicas para a Trilha:

Não esqueça do protetor solar;
Leve água para se hidratar;
Leve lanche de trilha (no percurso entre a cidade de Delfinópolis até o Restaurante da Wanda não existe nenhuma parada, a não ser fazendas locais).
São as cachoeiras, pousadas, comidas típicas de MG tudo ja mencionado na parte Sobre a Trilha.

Caso você que esta lendo tem mais informações mande para nós que nós iremos complementar, afinal aqui é colaborativo, bora pra trilha !

Colaborador: Sou4x4 (Eduardo)
Fonte: Serra da CanastraSerra da Canastra Pousadas / Delfinópolis Serra da Canastra

 


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Trilha do Verde – SP

Vamos falar da Trilha do Verde que fica em São Paulo/SP que percorre a Reserva do Morro Grande que inicia próximo a BR116 – Itapecerica da Serra e segue pelo bairro da Aldeinha e os municípios de São Lourenço da Serra, Caucaia e Cotia.

Venho um tempo conversando com diversas pessoas para entender o nome desta Trilha ou melhor destas trilhas e suas particularidades, sendo assim confira um pouco deste estudo.

A Trilha do Verde – SP é divida em 4 partes, conforme abaixo:

Trilha do Verde 1

Inicia KM 292 BR116 até a Aldeinha, são 3 entradas para esta trilha sendo 1 pela Aldeinha (Fazendo ao contrario), 1 pelo Sitio Buscapé (Entra pelo Dr. Costela) e a outra pelo CDP ( no qual passará na frente da horta do Japones) esta parte é composta de erosões, atoleiros com agua e muita lama, nível da trilha pesada, mas tem muitos abortos, tem uma extensão de 8KM aproximadamente, conforme link abaixo do Wikiloc. MAPA

Trilha do Verde 2 – Buraco do Camel

Inicia na Aldeinha lado esquerdo da Trilha do Verde 1, esta é uma trilha de nível Pesada ao extremo com erosões, buracos enormes com muita agua e lama e quase nenhum aborto, tem uma extensão de 6KM aproximadamente com termino na Trilha dos Grilos, conforme link abaixo Wikiloc. MAPA

No final desta Trilha temos outra por perto como a Trilha do Peixoto e Trilha do Rasga Banco que iremos falar sobre elas tambem, aguardem …

Trilha do Verde 3 – Sabesp/Cotia

Localizada perto da Caixa D’água da Sabesp – SP/Cotia é uma trilha media pra pesada contem muitos abortos, atoleiros com agua e lama, arvores que caíram e não se consegue remover é uma trilha gostosa de se fazer, antigamente existia uma extensão que se chama “Entra e Sai” que ao longo do tempo foi fechada pelos moradores e pelos ajustes feitos pelos tratores. MAPA

Trilha do Verde 4

Esta parte é composta de erosões, atoleiros com agua e muita lama, nível da trilha médio para pesado, mas não tem muitos abortos, tem uma extensão de 2KM aproximadamente, conforme imagem abaixo:


A saída desta trilha ja da na Trilha do Verde 1 assim fechando o circuito da Trilha do Verde.

Visão Geral dos Mapas (MAPA)

Captura de Tela 2017-09-02 às 12.59.41

Vale destacar que estas trilhas são feitas tanto com carros OFF ROAD, Motocross e Mountain Bike.

Obs. Importante: Neste estudo algumas pessoas que conversei me falaram de outro esquema destas trilhas, caso alguém tenha duvida converse conosco ou com as pessoas FONTE desta pesquisa.

O próximo passo deste estudo é escrever sobre cada trilha que citamos acima com o máximo de conteúdo, assim deixando as informações atualizadas e também sempre esperando por mais informações porque sendo colaborativo as informações ficam melhores do que já estão, não é verdade ?!

Quero agradecer a todos que ajudaram a chegar neste esquema acima e bora comentar sobre!

Colaborador: Alexandre Tonche / Marcelo Pádua
Fonte: LS OFF ROAD / Jipeiros da Serra / Trilha do Carlinhos / Sr. Arai / Guaracy OFF Road

 


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Trilha Pedra da Mina – MG/SP

A Pedra da Mina, ou ocasionalmente o pico da Pedra da Mina, é oficialmente a quarta montanha mais alta do Brasil, com 2798 metros de altitude.

Localiza-se na Fazenda Serra Fina, uma seção da serra da Mantiqueira, por sua vez uma das cadeias de montanhas mais importantes do país. A Pedra da Mina situa-se na divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente ao seu norte e sul, e seu cume forma o ponto tríplice das divisas do município mineiro de Passa Quatro e dos paulistas de Lavrinhas e Queluz.

Na Fazenda Serra Fina existe estacionamento no local.

Informações Técnicas:

Nível: Pesada
Distancia: 17 Km Ida/Volta
Tempo da Trilha: 8 hs media subida / descida 6hr media

Requisitos para esta trilha:

Levar o mínimo de peso possível.
Usar bastão de caminhada.
Abastecer (no mínimo) 3 litros de agua.
A trilha exige bastante do condicionamento físico.
Não levar barraca alta devido ao vento forte.
Usar protetor solar e blusa durante o dia.
Um bom saco de dormir e isolante térmico.
Remédios para enjoo, dor de cabeça e sempre lembre de levar o kit de primeiros socorros.
Levar Clorin/Hidrosterin para purificação da agua, para saber mais sobre Hidrosterin clique aqui.

Sobre a Trilha:

Existem 4 entradas para esta trilha sendo: Paiolino, Toca do Lobo, Pierre, Rio Claro (Entrada proibida, área particular).

A partida da trilha será na Fazenda Serra Fina com inicio da subida pelo Paiolino, com uma caminhada de cerca de 1 KM onde iremos encontrar uma cachoeira de pequeno porte e assim reabastecendo com agua para o próximos pontos.

Nos próximos 2 km também teremos alguns pontos de reabastecimento de agua. Neste trecho a trilha se torna mais pesada sendo que para uma pessoa mais experiente pode ser considerada leve. Necessário o uso de bota porque o chão é argiloso .

Chegaremos na Panela vermelha (É uma marcação que hoje já não existe mais) existe uma bifurcação a direita onde iremos andar mais 1 KM onde chegaremos ao “Acampamento Base” à 2000 metros de altitude. Ótimo lugar para acampamento com espaço para mais ou menos para 7 barracas, sendo o último ponto de água na trilha que se encontra aproximadamente a 50 metros a esquerda, podendo escutar o barulho da agua.

Abastecemos as garrafas de água e partimos para o pior trecho da trilha, a famigerada subida do “Deus me Livre” e “Misericórdia”.

Continuamos nossa caminhada, seguindo a subida do “Deus me Livre” uma subida pesada, não há necessidade de corda mas há riscos de escorregar por ter muitas pedras, areia e paredões de pedra com aproximadamente 7m.

Chegando no topo do “Deus me Livre” teremos uma área de camping que cabe em torno de 2 barracas, um ótimo lugar para descansar.

Na próxima etapa teremos 2 morros pequenos. Desceremos um vale onde há uma área encharcada, passando por um bambuzal onde é uma área de camping para 10 barracas onde inicia a entrada para o morro da “Misericórdia” onde encontraremos um paredão mais pesado e mais curto que a “Deus me Livre”, sendo um paredão mais íngreme.

Quando você achar que chegou, verá que ainda temos mais uma caminhada. Seguindo a trilha pelos totens chegara ao ultimo acampamento base da Mina e é desse ponto que conseguimos avistar a Pedra da Mina.

Seguimos escalaminhando (Subida por Rochas) e acompanhando os totens grandes até o topo. No final recebemos a recompensa de ver o magnifico visual do topo da Pedra da Mina, a 4ª montanha mais alta do Brasil!

Teremos a vista para algumas montanhas como “Três Estados”,  “Parque Itatiaia” estão a direita de quem sobe e “Capim Amarelo” esta a esquerda.

Não há muita área para barraca com fixação e sim barracas autoportante que se monta sozinha, existem 2 áreas para camping sendo a primeira pra aproximadamente 10 barracas do lado esquerdo e seguindo ao livro do cume a algumas barricadas que podem ter 1 barraca por área e no outro lado tem outra área que cabe aproximadamente 7 barracas.

A temperatura despenca assim que o sol se põe.
Por volta das 18:30/19:30 as barracas já estavam cobertas de gelo e marcava 0°c, durante a madrugada a temperatura chegou a -9° c, estas informações podem variar conforme a época do ano.

Riscos da Trilha:

Trilha não indicada para ser feita em época de chuva, devido ao risco de acidentes e a alta incidência de raios.

Na descida exigira um pouco mais de força nos joelhos.

Dicas para a Trilha:

Considerações sobre a trilha, necessário o uso dos bastões para ajudar na subida e na descida, remédios para dor de cabeça e enjoo quando chega no cume estas dores aumentam muito mesmo para pessoas mais experientes.

Para quem esta iniciando o ideal é subir com 3 litros de agua pelo fato da subida ser pesada e não matar a cede e sim hidratar a garganta porque teremos pontos sem aguas, sendo assim a economia de agua é necessária para se manter no cume e para a descida até o próximo ponto de agua.

Mapeamento da Trilha:

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Clique aqui (mapa 1) / Clique aqui (mapa 2) Clique aqui (mapa3) para abrir o link do Wikiloc.

Clique aqui para ver mais fotos.

Colaboradores: Felipe Daniel De OliveiraDiêgo Silva Santos
Fonte: Mochileiros.comOs Mochileiros na Trilha


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Trilha Laguna Esmeralda – Ushuaia

A trilha de acesso para a Laguna Esmeralda está localizada na Ruta Nacional 3, a 17km do centro de Ushuaia. Existem duas entradas. Uma começa no Valle de Lobos, um centro esportivo de inverno, onde podem cobrar uma taxa de entrada. A outra trilha começa poucos metros antes, onde existe uma área de estacionamento e a entrada é gratuita.

A trilha é fácil e bem sinalizada, porém grande parte da caminhada ocorre em terreno alagado. O trecho inicial é feito por um bosque fechado e depois somos apresentados ao turbal, terreno repleto de turba(turfa em português). A turba é uma vegetação esponjosa que acumula muita água e dificulta a caminhada. Para quem não for com calçado impermeável, é preciso ir com cuidado, pois é muito fácil afundar o pé na vegetação.
A laguna nesta época do ano está congelada, mas se chama esmeralda porque no verão é verde da cor da pedra esmeralda, conforme foto abaixo:

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O trekking é de 5 km para ir e 5 km para voltar, para realizar a caminhada é necessário guia, pois é feito uma travessia dentro da floresta que deve ser guiado senão há risco de se perder.

A temperatura no local varia de acordo com os ventos mais em média 10 graus negativo, o ideal é um bom par de grampones para se locomover na neve, botas e roupas impermeáveis, confortáveis e quentes e utilizar sempre blusas e calças segunda pele por baixo por que são eles que seguram a temperatura do corpo.
Custo desta trilha a nossa colaboradora explicou a nós que ela fez uma viagem com quantia baixa de dinheiro sendo hospedagem, comida, roupa e transporte são um custo elevado mesmo assim ela conseguiu se divertir mas alertou ir com um pouco mais de dinheiro para se divertir mais.

Informações Técnicas:

Nivel: Fácil
Distancia: 5km
Tempo da Trilha: 1:30hs

Localização desta trilha:

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Clique aqui para abrir o mapa
Fotos do lugar e da nossa colaboradora:

Galera quem tiver mais informações desta trilha posta nos comentários que iremos adicionando no catalogo de trilhas, bora pra trilha com mais informações !
Colaborador EFT: Eliza Nunes La Paz
Fonte: CasalMochilao


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Trilha do Morro do Voturuna – SP

A caminhada começa no trevo da SP 312 – Estrada dos Romeiros com a Estrada Rosemari Hidalgo dos Santos ou a facilidade de acesso e ausência de trânsito tanto na Castelo Branco (SP-280).

Atravesse o bairro sentido o morro e você encontrara uma estrada que leva a uma mineradora que segundo os moradores locais está desativada.

Relato do nosso colaborador Oliveira de como seguir nesta trilha se basear na descrição abaixo olhando o mapa do Wikiloc.

Local onde marquei “Inicio da estrada de terra” (Bandeira 1) recomendo pegar a estrada paralela que fica a uns 50 metros dessa, assim evita-se de passar no quintal de uma casa.

Siga pela estrada “principal” ate encontrar duas estradas menores a esquerda, siga pela estrada que faz uma curva suave a direita (Estrada das Lauras)
Siga ate encontrar um portão de ferro da pedreira, passe pelo portãoSiga para a esquerda ainda pela estrada ate o fim dessa estrada (Perto de duas caixas d’água grande de cor azul / Bandeira 6 )

A trilha começa ao lado de uma cerca (sentido oeste)
Bom a trilha tem partes bem marcadas e outras tive que varar por meio a uma vegetação tipica de serrado.
Quando alcançar uma pequena água (Charco / Bandeira 10) poderá acompanha-la (para baixo) que encontrara algumas cachoeiras

Ao voltar das cachoeiras fiz um caminho diferente e tive que andar uma parte pelo mato ate voltar a trilha principal (Bandeira 14), dai por diante a trilha é bem marcada.

Siga sempre para oeste e passara pelo cume e posterior sairá em uma estrada municipal, siga a direita e chegara ao centro da cidade de Pirapora.
Cuidados: Bastante subida e muitas pedras soltas (Risco de cair, torcer o tornozelo e risco de encontrar cobras)
Nivel da Trilha: Média
Temperatura: Normal
Tempo de Trilha: 9h
Algumas referencias de mapas desta trilha:
Screen Shot 2017-07-21 at 7.34.59 PM.png
Clique aqui para abrir o mapa.
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Colaborador EFT: Felipe Daniel De Oliveira


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Trilha Morro do Saboó – SP

Esta trilha fica em São Roque/SP, o ponto mais alto da região, com 1.000m de altitude, é onde dá pra ver as cidades de Mairinque, Itu, Sorocaba e para quem gosta de turismo ecológico esta é uma boa opção na região. Significado de “Saboó” é a palavra indígena para “Morro Pelado”, já que o local apresenta uma vegetação rasteira no topo. O morro está localizado dentro de três propriedades particulares, mas é aberto para visitação.
Uma dica de visitação para os aventureiros é que o pico mais alto do morro é utilizado por fieis em orações que ocorrem praticamente 24 horas por dia, então para uma boa “Trip” sugiro que monte o acampamento no morro mais baixo localizado a direita da parte mais elevada. Por ser um local com um movimento considerável algumas pessoas não possuem bom senso para trazer de volta o lixo, alguns trilheiros levam sacos de lixo a mais para trazer de volta a base do morro, onde já possui o sistema de coleta, sugerimos para as pessoas que poderem fazer o mesmo para manter o local sempre agradável a todos os aventureiros!

E poucos sabem da existência de uma continuação da trilha, feita com o acompanhamento de um guia, até o Morro do Careca (que tem o solo formado por rochas, como a ardósia, que impede o crescimento de vegetação). Além da vista privilegiada, a trilha passa por uma mata mais fechada, proporcionando um contato maior com a natureza. No final, o visitante encontra um riacho com água cristalina e refrescante.

Para chegar até a estrada que leva ao morro, o visitante deve pegar o acesso para a SP 280, Castello Branco e, no final do bairro Guaçu, virar à direita em uma rotatória. Na parte asfaltada, existem placas indicativas, mas na estrada de terra não. A entrada no local é gratuita.

A diversos desafios durante os anos para esta trilha na modalidade Trekking, se você curti só colocar no google Desafio Morro do Saboó.

Informações Técnicas:

Nivel: Fácil 
Temperatura: Venta bastante, a noite é bem fria e de manha o sol é confortante. 
Tempo da Trilha: Em media 30 min de caminhada

Algumas referencias de mapas desta trilha:

 

Clique aqui (Motocross), Clique aqui (Trekking) para abrir os mapas no Wikiloc.

 

Galera quem tiver mais informações desta trilha posta no comentarios que iremos adicionando no catalogo de trilhas, bora pra trilha com mais informações !

Colaboradora EFT: Ingrid Rafaelle
Fonte: Carta sem Portador / Jornal Cruzeiro / Monte São Roque


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Sensação do ano para o mundo Off Road, Fenajeep !

Hoje vamos descrever um relato de um dos parceiros do nosso blog na famosa Fenajeep !

Bora ver !

Fazer parte do maior evento nacional de offroad FENAJEEP é indescritível, a sensação de participar de uma história que começou em 1983 com o Brusque Jeep Clube vai ficar registrado no coração e na memória dos 50 mil participantes.

Caminhando pela calçada em direção a FENAJEEP todos os seus sentidos aguçam, um evento democrático e sem distinção de sexo, credo, raça e idade, ver famílias seguindo em direção ao evento, a cidade inundada dos mais diversos tipos de veículos 4×4, o coração já palpita ao avistar a bandeira do Brasil na arena, balançando ao vento com o som de um bom do rock que ecoa por todo quarteirão, pessoas e grupos de várias tribos caracterizados… ahhhhh! Não tem sensação melhor.

O evento foi idealizado por Vilmar Walendowsky que tinha por objetivo de reunir apaixonados por 4×4, promovendo competições, exposições de veículos, peças e acessórios, mas além de tudo isso, agregar aficcionados pelo mundo offroad de todos os estados.

Os stands apresentam seus produtos, sejam vestuários, ornamentos de decoração, barracas de camping, peças e acessórios para incrementar seu 4×4, além de novos protótipos e máquinas personalizadas.

O que vi de interessante foram um Troller azul totalmente equipado e preparado pela empresa Q7 Offroad e um STARK que é um 4×4 totalmente brasileiro, a diesel permite rodas até 35 e é o único autorizado a rodar com essas medidas.

Aqui nós tambem fazemos Jaba !!! Rs …

Não podemos deixar de prestigiar as competições, muito bem organizado e com muitas emoções e desafios, segue um breve relato dos nossos amigos Adriana e Sérgio, que participaram pela primeira vez do Rally:

“A prova de rally da Fenajeep foi pura adrenalina ! Dividida em duas etapas, teve de tudo que a gente gosta:

– Estradinhas de terra com piso ruim, curvas e pedras no caminho, balaios e muita lama ! A habilidade do piloto e do navegador foi testada a todo instante.

Na primeira etapa teve estradão e estradinhas, com muita mudança de média, exigindo concentração do piloto. No final, a parte mais divertida: entramos em uma pista de motocross que deixou os navegadores em polvorosa – ali foi o chamado “neutrão” de meia hora e ficamos em uma parte alta de onde pudemos observar os demais competidores no balaio.

A segunda parte foi a mais difícil e exigiu bastante dos competidores. Entramos em uma área de reflorestamento com muita lama e piso escorregadio. Os competidores passaram várias vezes no mesmo local, de forma intercalada e com sincronia perfeita, demonstrando a excelente técnica do Diretor de prova Rafain Walendowsky. Nosso pneu não ajudou muito e, numa curva muito lisa, acabamos batendo o parachoque numa árvore. Passamos pela curva de novo e eu “cantei” para o piloto: ”árvore no escape!” e ele respondeu: “já conheço ela …..”
Saindo do reflorestamento, mais um teste de fogo para os navegadores: um terreno sem muitas referências a não ser a marcação do piso. Erramos uma entrada entre tulipas muito próximas, com diferença de apenas 10 metros, mas conseguimos retomar o caminho e finalizamos a prova, apesar do atraso de 3 minutos.
Ao final, conseguimos ficar entre os 10 melhores, o que nos deixou muito contentes por estarmos competindo com pilotos mais experientes e numa categoria acima da nossa.

Equipe : Need For Speed Rally Team
Sergio Maurano – piloto
Adriana Maurano – navegadora”

Parabéns as equipes e pilotos que competiram nos campeonatos das modalidades (Jeep Indoor, Gaiola Cross, Força Livre, Master, Stock)

É isto ai pessoal esta foi a Fenajeep deste ano e se preparem que de 30 de maio a 3 de junho 2018 vamos desfrutar novamente desta experiência formidável.

Como sempre agradeço os colaboradores do “Eu Faço Trilha” que estão neste Brasil a fora ! Se voce quer expor algo sobre trilhas mande sua matéria ou sua trilha nós pesquisamos e publicamos aqui …

Quer ver mais fotos clique aqui !

Colaboradores EFT: Paula, Alessandra / Trilha SP 4×4
Fonte: Fenajeep