Eu Faço Trilha BLOG

#offroad #trekking #motocross #montainbike


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Dificuldade de escrever sobre trilha !

Hoje vou expor um ponto de vista sobre escrever ou falar sobre trilhas !

Estou algum tempo escrevendo sobre trilhas e claro procuro sempre com ajuda de amigos escrever uma determinada trilha mesmo não conhecendo, com o tempo percebi que as pessoas não gostam de falar das trilhas que conhecem !

Existem varios motivos para isto como por exemplo falar ou mostrar a trilha e pessoas ganharem dinheiro com isto, pessoas irem e levarem pessoas que não tem o intuito de preservar a trilha e sim só brincar e deixar destruida um exemplo classico sobre isto é o lixo encontrado no meio da trilha.

Mas também não temos só pontos negativos nisto ! Temos pessoas que gostam de falar, ensinar e sempre temos que estar abertos a aprender ou mesmo só ouvir !

Tenho muitos exemplo de pessoas me ensinando ou mesmo descrevendo sobre as trilhas para que eu possa contar no blog, mas isto esta cada vez mais difícil, porque para escrever voce precisa ter detalhes e hoje no dia a dia corrido que vivemos poucos tem tempo para isto e eu entendo perfeitamente afinal não vivo disto e tenho minhas obrigações e não consigo ir em eventos, trilhas e fico devendo neste ponto.

Mas porque estou falando tudo isto ?

Simplesmente para expor os pontos Positivos e Negativos de conseguir publicar sobre uma trilha. As vezes as pessoas pensam que é má vontade da outra pessoa e não é !

Sendo assim eu irei continuar o trabalho de escrever sobre trilha, mas um pouco mais lento e também não consigo ter o ponto de vista de todos (OffRoad, Trekking, Mountain Bike e Motocross) afinal sou do mundo do OffRoad e conheço pessoas que gostam das outras modalidades que quando podem colaboram.

Mas sempre que quiserem só me procurar que podemos colaborar com este mundo de trilhas com mais informações, os novos grupos ou pessoas que estão entrando no mundo de Trilha precisam disto pra ter noção de onde estão entrando e como preservar esta Natureza que nós contempla com lama, barro, cachoeiras, pedras e todos os desafios para esquecer a rotina do Dia a Dia.

Obrigado a todos que continuam acreditando nesta ideia e bora colaborar !


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Trilha Serra da Bocaina – SP

São José do Barreiro – SP, município aos pés da Serra da Bocaina e
caprichosamente envolto pelas águas da Represa do Funil, está em uma região de rica
história e valores naturais. Casarões e fazendas típicas do período cafeeiro dividem
atenção com as trilhas, mirantes e cachoeiras do Parque Nacional, cujo principal acesso
se dá por estradas barreirenses.

Distância Rio de Janeiro/RJ > São José do Barreiro/SP
210 km | 3h de carro | Referências próximas: Barra Mansa/RJ

Distância São Paulo/SP > São José do Barreiro/SP
270 km | 3h30 de carro | Referências próximas: cidades de Queluz/SP e Bananal/SP

Informações Tecnicas:

Nível: Leve/Media
Distancia: Roda-se ao longo do fim de semana de trilhas na Serra da Bocaina, cerca de 200 km.
Tempo da Trilha: N/A.

Requisitos para esta trilha:

MTB estar nem alinhada e com amortecedores.
Trekking bota ou tennis de trilha, isolante térmico, cantil, Anorak
Off Road necessário guincho, pneu e lift

Sobre a Trilha:

Parque Nacional e Cachoeira Santo Izidro

Adentrar no Parque Nacional é mais difícil e requer autorizações prévias que comprovem pernoite na única pousada do interior do Parque. De toda forma, a maior parte da diversão está fora do Parque mesmo, com exceção de um ponto específico: a Cachoeira Santo Izidro, que pode ser acessada em breve caminhada.

Sendo assim, a partir do centro de Barreiro, após 25 km de tranquila estrada que alterna terra batida e asfalto, chega-se ao Mirante do Beija-Flor, um amplo trecho descampado no alto da Bocaina com cerca de 1800m de altitude. Do alto do mirante é possível ver com perfeição um esplendoroso panorama da Serra da Canastra, do Vale do Paraíba paulista e da Vale do Sul Fluminense.

Após belas fotos no Beija-Flor, leva-se apenas mais 10 minutos até a portaria do Parque Nacional da Serra da Bocaina, onde é possível deixar as viaturas no estacionamento e caminhar 30 a 40 minutos até a encantadora Cachoeira Santo Izidro.

Voltando iremos para a Casa de Pedra, um antigo marco no alto da Serra da Bocaina. Por lá, há pequenos atoleiros onde os pilotos podem se divertir. Contudo, há também saídas mais tranquilas para os que quiserem passar sem maior adrenalina.

A trilha segue pelo alto da Serra da Bocaina, na região vizinha ao Parque Nacional, rumo à divisa São José do Barreiro e Areias. O caminho é repleto de lindos visuais e trechos que alternam erosões e lama (de acordo com o nível de chuva e período do ano).

 

Captura de Tela 2017-10-05 às 4.06.27 PM

Cachoeira das Posses

Uma bela cachoeira com 30 metros de altura, também localizada no rio Mambucaba, no caminho da trilha do ouro. é um bom local para acampamento durante a travessia pelo parque. é possível chegar de moto ou veículo 4×4 (desde que com permissão).

Cachoeira do Veado

Formada por duas quedas d’água que despencam de 200 metros de altura. um poço formado por esta cachoeira convida os visitantes a um delicioso banho quando se realiza a travessia da trilha do ouro. ela está a cerca de dois dias de caminhada (na segunda ou terceira noite de quem faz a trilha acampando). também é possível chegar de moto ou bicicleta.

Trilha do Ouro

Corta o parque na direção São José do barreiro (SP)/ Paraty (RJ), por um antigo caminho colonial calçado pelos escravos com pedras de rio. a travessia pode durar dois ou três dias e ao longo da trilha existem áreas para camping selvagem. várias operadoras de ecoturismo oferecem este roteiro, com possibilidade de hospedagem nas pousadas locais. a caminhada começa em estrada de terra, na entrada do parque, com seqüência de serras, mata fechada e várias cachoeiras, já que este percurso acompanha um curso d’água e atravessa o rio mambucaba e o rio da prata. no segundo dia é possível acampar na fazenda do seu tião, e encontrar banho quente e comida caseira. no terceiro dia a parada geralmente ocorre em acampamento selvagem, ao lado da cachoeira dos veados, uma das mais belas da região. no último trecho, que é só descida, encontra-se o calçamento em pé-de-moleque da antiga trilha do ouro, exigindo do caminhante muita atenção por conta da inclinação e das pedras soltas. geralmente a trilha se encerra ao lado da ponte pênsil sobre o rio mambucaba, para aqueles que programaram uma condução de volta (que é o ideal). caso contrário é necessário caminhar mais 14 km até a vila de Perequê, em Mambucaba, localizada entre angra dos reis e Paraty. Mais Informações clique aqui ou aqui

MIRANTE DO BEIJA-FLOR

Captura de Tela 2017-10-05 às 4.12.19 PM

Trilha tradicional da Serra da Bocaina – se encerra com um último trecho de maior atenção demandada: a descida do Morro do Pau Casado. Através de um caminho medianamente acidentado em meio à mata atlântica, as coisas ganham emoção caso esteja em período de chuvas.Todo esse trecho trafegado é extremamente rico em valores naturais e fauna serrana. Muitas vezes os pilotos se deparam com o lobo guará, antílopes ou, até mesmo, a onça parda. Os mirantes do caminho são encantadores e dão boa noção do posicionamento geográfico do piloto em relação à outras cidades e serras.


Zona Rural e Atoleiros da Represa do Funil

Saimos rumo aos caminhos entre as Fazendas Históricas da região. Em estradas tranquilas de terra batida, alguma lama e pequenos rios, chega-se à Represa do Funil. Nos arredores da represa, muitos são os trechos de terra extremamente úmida. Nesses amplos campos de barro, os pilotos se divertem livremente e têm boas oportunidades de usar cintas e guinchos. O cenário, mais uma vez, rende belas fotos.

 

Risco da Trilha:

A dificuldade em época seca é baixa. Contudo, em períodos de chuva, é muito importante que os pneus sejam adequados, pois as íngremes ladeiras de terra viram sabão.

Mapeamento da Trilha:

As trilhas não costumam ser disponibilizadas online em função da responsabilidade pregada pelos empreendedores de turismo da região. O conselho municipal de turismo corretamente desencoraja aventureiros que não contém com guias locais. Dessa forma, para uma aventura segura, com quem conhece a região e com opções de hospedagem e alimentação. Mas existem vários mapas no Wikiloc.

Dicas para a Trilha:

 A diversas pousadas na região e muitos guias turísticos, sendo assim faça uma pesquisa e veja o melhor para você conseguir curtir esta região.

O que temos ao redor da Trilha:

A Bocaina Experience é uma agência de receptivo turístico & eventos que elabora pacotes completos de visitação à região do Vale Histórico paulista e Serra da Bocaina, disponibilizando diferentes opções de hospedagem, alimentação e passeios guiados.

Além de ecoturismo, turismo pedagógico e turismo da melhor idade, a Bocaina Experience organiza variados eventos, dentre eles encontros, circuitos e treinamentos 4×4, que ocorrem graças à parceria com a WANDERLUST OFFROAD & ADVENTURES, agencia de turismo off road na região. Liderada por piloto nascido e criado nos arredores da Bocaina, a Wanderlust conta com toda experiência, estrutura e aparato técnico necessário para dar mais qualidade e segurança às aventuras 4×4.

Restaurante Rancho – Comida tropeira, Buffet livre, sobremesa com doces típicos da região, bebidas

Restaurante Lajeado – Comida serrana feita no fogão à lenha, buffet livre, sobremesa com doces típicos da região, bebida

Almoço na Lagoa da Siriema,  buffet Livre, sobremesa, bebidas.

Diversões com Jet-Ski, Banana Boat, Stand Up Paddle.


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Trilha do Verde 3 – SP

Vamos falar da Trilha do Verde que fica em São Paulo/SP que percorre a Reserva do Morro Grande que inicia próximo a BR116 – Itapecerica da Serra e segue pelo bairro da Aldeinha e os municípios de São Lourenço da Serra, Cotia e no distrito de Caucaia.

Venho um tempo conversando com diversas pessoas para entender o nome desta Trilha ou melhor destas trilhas e suas particularidades, sendo assim confira um pouco deste estudo.

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A Trilha do Verde – SP é divida em 4 partes, nós iremos descrever a parte 3 localizada perto da Caixa D’água da Sabesp – SP/Cotia.

Informações Tecnicas:

Nível: Média
Distancia: 6.6 KM
Tempo da Trilha: 5h Veiculo / 1h Moto / 2h MTB

Requisitos para esta trilha:

MTB estar nem alinhada e com amortecedores.
Trekking bota ou tennis de trilha.
Off Road necessário guincho, pneu e lift

Sobre a Trilha:

É uma trilha leve para media quando há muita chuva contem muitos abortos, atoleiros com agua e lama, arvores que caíram e não se consegue remover.

Ha muito galho solto, árvore caída como mencionado, tomar cuidado com os galhos soltos podem machucar se estiver de Moto ou Bike, se estiver se veiculo 4×4 pode haver problemas de riscar o carro. Como há muitas arvores caídas veículos muito alto pode bater nestas arvores.

Existe 2 buracos que também possuem aborto mas que são fundos e quando há muita chuva enchem e não esvaziam, sendo assim se estiver de veiculo 4×4 precisa de guincho.

No meio desta trilha a uma saída alternativa a esquerda, caso aconteça algum problema tem a possibilidade de utilizar este aborto.

É uma trilha gostosa de se fazer, antigamente existia uma extensão que se chama “Entra e Sai” que ao longo do tempo foi fechada pelos moradores e pelos ajustes feitos pelos tratores.

Risco da Trilha:

Tomar cuidado com assalto na região.
Riscar veiculos ou se machucar nos galhos e arvores solto no trajeto.

Mapeamento da Trilha:

Captura de Tela 2017-10-02 às 6.34.47 PM.png

Clique aqui para acessar o Wikiloc desta trilha.

O que temos ao redor da Trilha:

Temos vários a caminhos para esta trilha desde Cotia como Embu das Artes.
Temos um ponto de encontro utilizado que é a Padaria Belas Artes em Embu das Artes (Mais Informações) e temos o comercio ao redor.
Observação Importante: Esta trilha é também conhecida como Trilha do Verde 1, foi por isto que postei esta materia para os que não conhecem ficarem sabendo como encontrar esta trilha com o nome que a maioria conhece, obrigado as pessoas que criticaram o nome e/ou mesmo ajudaram com informações sempre trabalhamos com o colaborativo.


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Trilha Serra da Canastra – Delfinópolis/MG

Vamos falar sobre a Serra da Canastra em Delfinópolis, no estado de Minas Gerais, chegar nesta pacata cidade já é uma aventura, chegamos pelo lado de Cássia/MG por uma balsa que faz a travessia a cada 30 minutos, já em Delfinópolis encontramos varias opções de trilha, cachoeira, hospedagem e desafios para todos os gostos.

Informações Técnicas:

Nível: Leve/Médio dependendo do tempo pode ter trecho com dificuldade.
Tempo da Trilha: 10 horas (Delfinópolis a São João Batista do Glória).

Mapa de Delfinópolis

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Mais informações sobre Delfinópolis clique aqui

Guia sobre as cachoeiras de Delfinópolis clique aqui, abaixo vamos descrever algumas e suas trilhas.

Requisitos para esta trilha:

Veiculo 4×4 para alguns lugares.
Mountain Bike para longas distancias.
Equipamentos para Trekking como mochila de hidratação, filtro solar.
Motos/UTV.

Sobre a Trilha:

O roteiro abaixo foi feito para veículos Off Road podendo ser feito em outras modalidades, caso você tenha outras sugestões envie para nós que acrescentamos nesta matéria.

Começamos com a Cachoeira do Zé Carlinhos (17 no mapa), assim, já na saída da cidade, passamos para almoçar no Restaurante do Reinaldo (42 no mapa) como é mais conhecido por aqui também fazemos Jaba ! rs, um local muito simples, mas com uma ótima comida mineira, feita na hora.

São 26km de belas paisagens, passando por 2 rios onde a lamina d’água normalmente é de 50cm, assim se seu veículo 4×4 não tem snorkel, passe lentamente para não correr riscos.

 

Chegando lá, você depara com essa maravilhosa cachoeira e essa praia de areia de rio, vale lembrar que o Sr. Zé Carlinhos cobra uma tarifa de aproximadamente R$15,00 por carro que chega ali para visitação.

 

Na cachoeira do Cachoeira do Zé Carlinhos perderemos o dia inteiro para aproveitar esta cachoeira com trilha leve o retorno será pelo mesmo caminho.

Amanhecendo, vamos seguir outro percurso, o almoço será lá no pé da Serra Branca, na famosa Pousada da Wanda. Partimos de Delfinópolis, sentido Complexo do Claro (04) um local provido de alguns chalés e área de camping e várias cachoeiras, logo a frente nos deparamos com a Pousada Paraiso (05) outro ponto com várias cachoeiras – seria necessário um dia inteiro para visitar estes dois locais, alguns quilômetros depois um belo mirante proporciona visualizar uma vasta área da Serra da Canastra.

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Na sequencia teremos o chão se torna altamente arenoso e assim chegamos ao Condomínio de Pedras, uma bela formação rochosa no topo da serra. Passamos por variações de altitude com uma longa subida bastante íngreme, com pedras soltas, erosões e muita poeira caso não tenha chovido nos dias, tudo isso entre a Bateia e o Caminho do Céu.

Seguindo o mapa fica um pouco mais fácil o trajeto que tem pouquíssimas bifurcações. São 5 horas que gastamos até chegar na Pousada da Wanda. Ah, não esqueça de levar o adesivo do seu grupo, lá todas as paredes são adesivadas por trilheiros de todas as regiões. Continuamos a acelerar até São João Batista do Glória a cidade mais próxima deste ponto, mas antes não podemos deixar de dar uma rápida passada na Cachoeira do Quilombo (12 no mapa), um verdadeiro parque de diversões, com possibilidade de banho em cachoeira, banho no rio, sem falar da prainha de areia grossa que acompanha o curso do rio.
Temos mais uma travessia de rio para o seu veiculo 4×4, aqui a altura da lamina de agua costuma variar muito desde os normais 0,50m até a 1,0m nos dias de chuva, por isso se seu 4×4 não tem snorkel, vale a pena molhar as canelas, fazendo a travessia a pé para saber como esta o nível do rio.
Temos mais 1 hora e 30 minutos, passando pelo Vale dos Canteiros até chegar já no inicio da noite em São João Batista do Glória ou então mais 20 minutos até a cidade de Passos.

 

Risco da Trilha:

Variável de médio a pesada (ou seja, com as longas estiagens de chuva, pode tornar o piso com camadas de poeira de rocha que atingem os 15cm de espessura, já na época das chuvas, as águas lavam as erosões já existentes deixando a vista grandes valas), porém, a equipe SOU4x4 conseguiu fazer a travessia com Vitara e TR4 totalmente original, lógico contando com o auxilio de guias. Mas é uma trilha que não se deve fazer sozinho sempre é bom acompanhando, como dizem trilha nunca se faz SOZINHO !

Dicas para a Trilha:

Não esqueça do protetor solar;
Leve água para se hidratar;
Leve lanche de trilha (no percurso entre a cidade de Delfinópolis até o Restaurante da Wanda não existe nenhuma parada, a não ser fazendas locais).
São as cachoeiras, pousadas, comidas típicas de MG tudo ja mencionado na parte Sobre a Trilha.

Caso você que esta lendo tem mais informações mande para nós que nós iremos complementar, afinal aqui é colaborativo, bora pra trilha !

Colaborador: Sou4x4 (Eduardo)
Fonte: Serra da CanastraSerra da Canastra Pousadas / Delfinópolis Serra da Canastra

 


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Trilha Pedra da Mina – MG/SP

A Pedra da Mina, ou ocasionalmente o pico da Pedra da Mina, é oficialmente a quarta montanha mais alta do Brasil, com 2798 metros de altitude.

Localiza-se na Fazenda Serra Fina, uma seção da serra da Mantiqueira, por sua vez uma das cadeias de montanhas mais importantes do país. A Pedra da Mina situa-se na divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente ao seu norte e sul, e seu cume forma o ponto tríplice das divisas do município mineiro de Passa Quatro e dos paulistas de Lavrinhas e Queluz.

Na Fazenda Serra Fina existe estacionamento no local.

Informações Técnicas:

Nível: Pesada
Distancia: 17 Km Ida/Volta
Tempo da Trilha: 8 hs media subida / descida 6hr media

Requisitos para esta trilha:

Levar o mínimo de peso possível.
Usar bastão de caminhada.
Abastecer (no mínimo) 3 litros de agua.
A trilha exige bastante do condicionamento físico.
Não levar barraca alta devido ao vento forte.
Usar protetor solar e blusa durante o dia.
Um bom saco de dormir e isolante térmico.
Remédios para enjoo, dor de cabeça e sempre lembre de levar o kit de primeiros socorros.
Levar Clorin/Hidrosterin para purificação da agua, para saber mais sobre Hidrosterin clique aqui.

Sobre a Trilha:

Existem 4 entradas para esta trilha sendo: Paiolino, Toca do Lobo, Pierre, Rio Claro (Entrada proibida, área particular).

A partida da trilha será na Fazenda Serra Fina com inicio da subida pelo Paiolino, com uma caminhada de cerca de 1 KM onde iremos encontrar uma cachoeira de pequeno porte e assim reabastecendo com agua para o próximos pontos.

Nos próximos 2 km também teremos alguns pontos de reabastecimento de agua. Neste trecho a trilha se torna mais pesada sendo que para uma pessoa mais experiente pode ser considerada leve. Necessário o uso de bota porque o chão é argiloso .

Chegaremos na Panela vermelha (É uma marcação que hoje já não existe mais) existe uma bifurcação a direita onde iremos andar mais 1 KM onde chegaremos ao “Acampamento Base” à 2000 metros de altitude. Ótimo lugar para acampamento com espaço para mais ou menos para 7 barracas, sendo o último ponto de água na trilha que se encontra aproximadamente a 50 metros a esquerda, podendo escutar o barulho da agua.

Abastecemos as garrafas de água e partimos para o pior trecho da trilha, a famigerada subida do “Deus me Livre” e “Misericórdia”.

Continuamos nossa caminhada, seguindo a subida do “Deus me Livre” uma subida pesada, não há necessidade de corda mas há riscos de escorregar por ter muitas pedras, areia e paredões de pedra com aproximadamente 7m.

Chegando no topo do “Deus me Livre” teremos uma área de camping que cabe em torno de 2 barracas, um ótimo lugar para descansar.

Na próxima etapa teremos 2 morros pequenos. Desceremos um vale onde há uma área encharcada, passando por um bambuzal onde é uma área de camping para 10 barracas onde inicia a entrada para o morro da “Misericórdia” onde encontraremos um paredão mais pesado e mais curto que a “Deus me Livre”, sendo um paredão mais íngreme.

Quando você achar que chegou, verá que ainda temos mais uma caminhada. Seguindo a trilha pelos totens chegara ao ultimo acampamento base da Mina e é desse ponto que conseguimos avistar a Pedra da Mina.

Seguimos escalaminhando (Subida por Rochas) e acompanhando os totens grandes até o topo. No final recebemos a recompensa de ver o magnifico visual do topo da Pedra da Mina, a 4ª montanha mais alta do Brasil!

Teremos a vista para algumas montanhas como “Três Estados”,  “Parque Itatiaia” estão a direita de quem sobe e “Capim Amarelo” esta a esquerda.

Não há muita área para barraca com fixação e sim barracas autoportante que se monta sozinha, existem 2 áreas para camping sendo a primeira pra aproximadamente 10 barracas do lado esquerdo e seguindo ao livro do cume a algumas barricadas que podem ter 1 barraca por área e no outro lado tem outra área que cabe aproximadamente 7 barracas.

A temperatura despenca assim que o sol se põe.
Por volta das 18:30/19:30 as barracas já estavam cobertas de gelo e marcava 0°c, durante a madrugada a temperatura chegou a -9° c, estas informações podem variar conforme a época do ano.

Riscos da Trilha:

Trilha não indicada para ser feita em época de chuva, devido ao risco de acidentes e a alta incidência de raios.

Na descida exigira um pouco mais de força nos joelhos.

Dicas para a Trilha:

Considerações sobre a trilha, necessário o uso dos bastões para ajudar na subida e na descida, remédios para dor de cabeça e enjoo quando chega no cume estas dores aumentam muito mesmo para pessoas mais experientes.

Para quem esta iniciando o ideal é subir com 3 litros de agua pelo fato da subida ser pesada e não matar a cede e sim hidratar a garganta porque teremos pontos sem aguas, sendo assim a economia de agua é necessária para se manter no cume e para a descida até o próximo ponto de agua.

Mapeamento da Trilha:

Screen Shot 2017-08-24 at 5.32.06 PM.png

Clique aqui (mapa 1) / Clique aqui (mapa 2) Clique aqui (mapa3) para abrir o link do Wikiloc.

Clique aqui para ver mais fotos.

Colaboradores: Felipe Daniel De OliveiraDiêgo Silva Santos
Fonte: Mochileiros.comOs Mochileiros na Trilha


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Trilha Laguna Esmeralda – Ushuaia

A trilha de acesso para a Laguna Esmeralda está localizada na Ruta Nacional 3, a 17km do centro de Ushuaia. Existem duas entradas. Uma começa no Valle de Lobos, um centro esportivo de inverno, onde podem cobrar uma taxa de entrada. A outra trilha começa poucos metros antes, onde existe uma área de estacionamento e a entrada é gratuita.

A trilha é fácil e bem sinalizada, porém grande parte da caminhada ocorre em terreno alagado. O trecho inicial é feito por um bosque fechado e depois somos apresentados ao turbal, terreno repleto de turba(turfa em português). A turba é uma vegetação esponjosa que acumula muita água e dificulta a caminhada. Para quem não for com calçado impermeável, é preciso ir com cuidado, pois é muito fácil afundar o pé na vegetação.
A laguna nesta época do ano está congelada, mas se chama esmeralda porque no verão é verde da cor da pedra esmeralda, conforme foto abaixo:

lago_esmeralda_ushuaia_verao.jpg

O trekking é de 5 km para ir e 5 km para voltar, para realizar a caminhada é necessário guia, pois é feito uma travessia dentro da floresta que deve ser guiado senão há risco de se perder.

A temperatura no local varia de acordo com os ventos mais em média 10 graus negativo, o ideal é um bom par de grampones para se locomover na neve, botas e roupas impermeáveis, confortáveis e quentes e utilizar sempre blusas e calças segunda pele por baixo por que são eles que seguram a temperatura do corpo.
Custo desta trilha a nossa colaboradora explicou a nós que ela fez uma viagem com quantia baixa de dinheiro sendo hospedagem, comida, roupa e transporte são um custo elevado mesmo assim ela conseguiu se divertir mas alertou ir com um pouco mais de dinheiro para se divertir mais.

Informações Técnicas:

Nivel: Fácil
Distancia: 5km
Tempo da Trilha: 1:30hs

Localização desta trilha:

Screen Shot 2017-08-02 at 1.55.41 PM.png

Clique aqui para abrir o mapa
Fotos do lugar e da nossa colaboradora:

Galera quem tiver mais informações desta trilha posta nos comentários que iremos adicionando no catalogo de trilhas, bora pra trilha com mais informações !
Colaborador EFT: Eliza Nunes La Paz
Fonte: CasalMochilao


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Trilha do Morro do Voturuna – SP

A caminhada começa no trevo da SP 312 – Estrada dos Romeiros com a Estrada Rosemari Hidalgo dos Santos ou a facilidade de acesso e ausência de trânsito tanto na Castelo Branco (SP-280).

Atravesse o bairro sentido o morro e você encontrara uma estrada que leva a uma mineradora que segundo os moradores locais está desativada.

Relato do nosso colaborador Oliveira de como seguir nesta trilha se basear na descrição abaixo olhando o mapa do Wikiloc.

Local onde marquei “Inicio da estrada de terra” (Bandeira 1) recomendo pegar a estrada paralela que fica a uns 50 metros dessa, assim evita-se de passar no quintal de uma casa.

Siga pela estrada “principal” ate encontrar duas estradas menores a esquerda, siga pela estrada que faz uma curva suave a direita (Estrada das Lauras)
Siga ate encontrar um portão de ferro da pedreira, passe pelo portãoSiga para a esquerda ainda pela estrada ate o fim dessa estrada (Perto de duas caixas d’água grande de cor azul / Bandeira 6 )

A trilha começa ao lado de uma cerca (sentido oeste)
Bom a trilha tem partes bem marcadas e outras tive que varar por meio a uma vegetação tipica de serrado.
Quando alcançar uma pequena água (Charco / Bandeira 10) poderá acompanha-la (para baixo) que encontrara algumas cachoeiras

Ao voltar das cachoeiras fiz um caminho diferente e tive que andar uma parte pelo mato ate voltar a trilha principal (Bandeira 14), dai por diante a trilha é bem marcada.

Siga sempre para oeste e passara pelo cume e posterior sairá em uma estrada municipal, siga a direita e chegara ao centro da cidade de Pirapora.
Cuidados: Bastante subida e muitas pedras soltas (Risco de cair, torcer o tornozelo e risco de encontrar cobras)
Nivel da Trilha: Média
Temperatura: Normal
Tempo de Trilha: 9h
Algumas referencias de mapas desta trilha:
Screen Shot 2017-07-21 at 7.34.59 PM.png
Clique aqui para abrir o mapa.
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Colaborador EFT: Felipe Daniel De Oliveira